sexta-feira, 28 de novembro de 2008

MItologia Grega – Parte 2

(acesse a primeira parte aqui)

Vamos dar continuidade ao que eu publicava no Pop News, sobre Mitologia grega.

Ah sim, o texto foi concebido por mim, mas foi através de pesquisas em cima do meu “Livro de Ouro da Mitologia” e o “Dicionário da Mitologia Grega e Romana”. Minha paixão pela mitologia grega me fez a escrever esse texto, pois tudo que eu encontrava, era direcionado as crianças ou muito antigo. Vamos agora nos direcionar ao Olímpicos, que habitavam o Olimpo e cuidavam da humanidade.

OS OLÍMPICOSolimpo

O Olimpo deixou de ser localizado em algum lugar e tornou um reino divino em Urano (o Céu), que abrigava todos os deuses nele.

Como mencionado antes, Zeus era o regente, sentava-se em um trono e ao seu lado estava Hera, sua irmã e esposa.

olimpicosHera, com também já foi mencionado anteriormente, era mãe de quatro dos filhos de Zeus: Ares, Ilítia, Hebe e Hefesto. Era muito ciumenta e foi a causadora de várias fugas de mortais ou deusas de menor escalão para salvar seus filho da ira da deusa-mãe.

Muitos outros filhos de Zeus vieram a morar no Olimpo, entre eles estão: Hermes, Apolo, Ártemis, Atena, Afrodite e Dioniso. Seus irmãos, também tomaram o Olimpo como morada: Poseidon, Deméter e Héstia, não fazendo parte somente Hades, pois tinha o Inferno e o Tártaro para tomar conta. Poseidon, apesar de ser o senhor dos mares, fazia parte da casta olímpica.

Vários outros deuses residiam no Olimpo, alguns filhos e filhas de Zeus com outras deusas e mortais, e outros netos dele. O Olimpo era um paraíso, só perdia para o Elísion, a morada dos guerreiros mortos e das mortais da qual Zeus possuiu.

Como já mencionei, muitos deuses moravam no paraíso dos deuses, mas somente doze desses deuses poderiam comandar as coisas na Terra, dizer o que iria acontecer com cada um dos mortais. A partir daqui começarei a falar desses deuses e de suas aventuras e desventuras.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

O Elefante e o Beija-flor

Sabe, há certos contos ou estórias que nos fazem raciocinar. Algumas são puros provérbios, outras são belos ensinamento e algumas são estimulos. Esse é o caso do conto “O Elefante e o Beija-Flor”.

Eu li que o sociólogo Hebert José de Sousa, o Betinho, sempre o usava para mostrar que as pessoas devem sempre fazer mais por aquilo que acreditam.

Betinho, como seu irmão, o desenhista Henfil, herdou da mãe a hemofilia. Logo quando descobriram o vírus e as formas de contágio, ambos contrariam-na. Henfil morreu no auge da carreira, mas Betinho ainda permaneceu. Criou a Ação da Cidadania contra a Miséria e Pela Vida, que combatia a fome no Brasil.

Betinho veio a falacer em 1997, mas deixou um ensinamento que todos devem se guiar: “Eu estou fazendo a minha parte, e você?”

Segue abaixo o conto. Ah, quanto à acoluna Mitologia Grega, amanhã eu coloco outra parte:

 beija-flor e elefanteO elefante e o beija-flor

Certo dia, houve um grande incêndio na floresta, e todas as áreas foram cercadas por um fogo denso. Os animais, atônitos, não sabiam o que fazer e nem para onde correr. De repente, todos pararam e viram que o beija-flor ia até a margem do rio, mergulhava, pegava em seu bico algumas gotas de água, voava até o fogo e deixava a gotinha cair sobre as labaredas. O elefante, vendo aquilo, disse-lhe: “Você está louco? Acredita que esta simples gota pode apagar um incêndio tão grande?”. Ao que o passarinho respondeu: “Eu estou fazendo a minha parte e se todo mundo ajudar com certeza conseguiremos alguma coisa”

Felicidade  a todos!

sábado, 22 de novembro de 2008

Mitologia Grega – Parte 1

É, tá complicado terminar o conto "Discesa", mas acredito que a partir da segunda quinzena de dezembro de 2008, eu retorne a ele, já que vou visitar o Batalhão de Infantaria do Espírito Santo, para fazer uma pesquisa sobre a participação do meu estado durante a Segunda Guerra Mundial, pois infelizmente esse tipo de informação eu não consigo na internet, ainda.
Nesse caso então decidi começar a falar sobre minha crença (novamente!), mas com mais detalhes, como eu fazia na minha coluna no POP NEWS. Primeiro: O que era o Pop News? Era um jornal interativo criado pelo meu irmão, Armando Rogério Brandão Guimarãesa Junior (ele adora a extensão do próprio nome) e alguns amigos dele, aonde o leitor fazia a notícia. Era uma idéia muito boa, mas que infelizmente não foi a frente. Se quiserem saber mais, entra no Blog do Solteirão.
Continuando, eu decidi pedir a eles para escrever sobre mitologia grega, a história que poucas pessoas conhecem, a não ser que dediquem a pesquisas e estudos dos mitos. Parando um pouco com essa história, vamos partir para os finalmente:

(Mitologia, s. f. História das divindades do paganismo; ciência dos mitos; conjunto de fábulas; explicação dos mitos.)

O COMEÇO

“As religiões da Grécia e da Roma antigas desapareceram. As chamadas divindades do Olimpo não têm mais um só homem que as cultue, entre os vivos. Já não pertencem à teologia, mas a literatura e ao bom gosto. Ainda persistem, e persistirão, pois estão demasiadamente vinculadas às mais notáveis produções da poesia e das belas artes, antigas e modernas, para caírem no esquecimento.”¹ Isso é uma verdade. A muito não se ouve falar dos deuses Gregos e romanos como seres de crença, tudo se centralizar em um Deus único, Onipresente e Onipotente, que não divide suas obrigações com outros deuses pois é Luz e pode estar em qualquer lugar.

Ao contrário do deus hebráico, os olímpicos, se dividiam em tarefas, um cuidava do campo, um cuidava da música, outro do amor, outro da guerra, tinha até aquele que cuidava dos ladrões.

Chaos Havia também para eles uma explicação para a formação do universo. De Caos, a personificação da desordem, surgiram Nix (a Noite), Êrebo (as Trevas), Hemera (o Dia) e Áiter (o Éter). Do Ovo de Nix, nasceu Eros (o Amor). Após o nascimento dessas personificações, nasceu Gaia (a Terra), que sozinha gerou Urano (o Céu) e Ponto (o Mar). Depois disso, Urano, que a cobria, fez com que ela gerasse os Titãs: Oceano, Hiperíon, Crio, Coio, Jápeto e Cronos; e as Titanides: Téia, Tetis, Têmis, Rea, Febe e Mnemosine; também surgiram dessa união os cíclopes, monstros gigantescos de um olho somente no meio da testa, seus nomes eram Arges, Brontes e Esteropés e os Hecatônqueires, gigantes que possuíam cem braços e cinqüentas cabeças, seus nomes eram Egêon, Kottos e Giges, eram conhecidos por sua violência.

gaia Gaia, desgostosa de tanto procriar, pediu aos seus filhos proteção contra a sagacidade amorosa de Urano, o único que concordou em ajudá-la foi seu filho mais novo Cronos, que armado com uma foice afiadíssima, preparou uma emboscada contra o pai, castrou-o e lançou-lhe os testículos em Ponto. A mutilação teria ocorrido no Cabo Drêpanon (em grego = Foice), e do sangue na foice teriam surgido os Feácios.

Em seguida, Cronos destronou Urano, seu pai e confinou seus irmãos germanos, os gigantes Hecatônqueires o os Cíclopes no Tártaro, região situada nas profundezas extremas do mundo, abaixo do próprio Inferno, de onde os havia libertado.

¹ Livro de Ouro da Mitologia, Thomas Bullfinch – Ed. Martin Claret - 2000