segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Desenhos - Segunda Parte

Continuando a história... Lógico, muitos dos meus personagens lembram outros já existentes, como o Comando Delta e os Novatos lembram os X-Men, mas é dificil ter-se criatividade nos dias de hoje, quando você vê vários personagens com poderes desenvolvidos. Tanto que para manter um pouco o lance de integridade, decidi criar uma velocista (tá, a DC Comics já tem a Jesse Quick (atual Liberty Belle), seu nome Táquion.
Táquion era uma personagem secundária (como
Jesse Chambers foi durante anos na DC), irmã de James "Jimmy" Lazzarotti (como já disse, meus personagens eram completamente estadunidenses), Stephanie Lazzarotti era uma "irmã desaparecida" de James. Ele se auto-denominava Demônio Veloz, mas quando eu o preferi como um homem mal, o chamei de Raio Humano. Assim transformei Stephanie na minha personagem central e velocista. Ela adota o nome do irmão e age para salvar o mundo dele... Mas, peraí, sou brasileiro, então vamos mudar um pouco a história.
Stefânia Lorenzoni e seu irmão Jaime Lorenzoni são filhos de dois artistas de um circo, "Os Lorenzoni Velozes". Devido ao poder deles e a necessidade de uso constante, os pais de Stefânia terminam envelhecendo precocemente e falecem de uma arritmia cardíaca durante um espetáculo. Os gêmeos são colocados para adoção, já que o circo não poderia sustentá-los e ele não haviam demonstrado a mesma capacidade dos pais. Stefânia e Jaime são adotados por uma casal com ótimas condições financeiras, e na puberdade descobrem seus poderes de velocistas, e com medo disso, decidiram não usá-los até descobrir uma cura, assim sendo cada um segue um rumo de carreira. Stefânia assume o trabalho de Serviço Social, enquanto Jaime se dedica a genética.
Vivendo vidas diferentes, seu contato se torna raro. Com a sua parte da herança, Stefânia cria a ONG
Marieta Lorenzoni Para Crianças Carentes, enquanto Jaime investe em pesquisa para sua cura, só que ele enlouquece ao experimentar todos seus soros em si mesmo. Misturando genes de vários animais velocistas, ativa um lado selvagem em Jaime, deixando-o irracional. Ele então faz uma visita a irmã caridosa, na intenção de experimentar nela o soro. Ele a dopa e leva ao seu laboratório onde administra o soro, só que um efeito colateral, devido a genética do espécime Gromphadorhina portentosa, mais conhecido como barata, ela desenvolve células fotorreceptoras nos olhos, o que a torna parcialmente cega, podendo detectar intensidades de luz, mas não gerando imagens.
Seu poder ganha instabilidade e ela desenvolve uma apurada audição, graças a genética do guepardo e da gazela. Ela então conhece o Sr. Jacob Dévero, que a ajuda com a ONG e com seu problema de visão, dando-lhe uma lente que transforma a luz que ela identifica em formas. Ela então revela ao Sr. Dévero seu problema e ele transforma em solução, lhe motivando a se tornar uma vigilante, cujo o nome é Táquion. Por que este nome? O Táquion é uma partícula hipotética que pode ultrapassar a velocidade da luz (obrigado Wikipedia.PT), e depois de testes árduos, Stefânia demonstra capacidade para tal.
Se tornando a Táquion, a maior intenção de Stefânia é não permitir que seu irmão, agora conhecido como Raio Humano, venda seu veneno, chamado de Velox (é, vou pensar num nome melhor para não ter problemas com direitos autorais) para as pessoas e estas terminem morrendo com insuficiência cardíacas ou envelhecimento precoce.
Pelo que deu pra perceber, todos meus personagens têm uma certa ligação. Não contei antes mas a CODEBRA é uma ONG também, que apesar de ser comandada pelo General Válter C. Souto, recebe financiamento de uma empresa, a Corporações Dévero.
Decidi por colocar Jacob Dévero envolvido com todos meus heróis, pois quando ele assume o colar no lugar do filho, sentiu um gosto do que era fazer justiça e ter as pessoas seguras.
A CODEBRA não tem somente o Projeto NOVATOS, ela ainda possui o Projeto C.A.O.S. (Combate, Ativo e Ostensivo Secreto), sob a liderança do Tenente Osvaldo Ásper, que reuni membros das Polícias Civil, Militar e Federal, com fichas sujas. Dentre eles, Carlos Fonseca, membro da Polícia Federal, acusado de uso de drogas e ácoolatra, Samarah Bethram, membro da Polícia Civil, acusada de assassinato passional durante uma ação de disfarce, e Vicente Cogliori, membro da Polícia Militar ,acusado de formação de quadrilha e ação efetiva não autorizada. Com isso a missão deles é se infiltrar dentro da própria polícia e descobrir sujeiras, com a intenção de limpar as próprias fichas.
Existe também Os Tigres. Era um grupo dos anos de 1980, que são trazidos de volta por um fã, um primo caçula dos membros originais.
Os Tigres são tão antigos quanto Gatuno e Ratuno. Eu os criei quando brincava com meu irmão e meu primo, na varanda da casa de minha avó Alcista. Eram três caras que combatiam o crime organizado dentro um furgão, a diferença? Eles tinham luvas metálicas, que lhes davam força fora do comum e disparavam raios. Seus nomes: Mão de Aço, Mão de Ouro e Mão de Bronze. Mais para frente, criei a companheira feminina, uma das minhas primas brincava com a gente, ela se chamava Mão de Prata.
Infelizmente nós crescemos e paramos de brincar disso, então Os Tigres sumiram, mas por achá-los bem originais, eu decidi trazê-los de volta, colocando um primo meu como o motivador de tal volta.
Miguel Scadian é um jovem que sempre soube dos que os primos faziam, graças a sua irmã Linda Scadian. Decidido a trazê-los de volta a ativa, Miguel procura uma organização que poderia fazê-lo, a CODEBRA. Criando um novo jogo de luvas poderosas, a organização convoca cada ex-membro do grupo. Jonas Scadian, o Mão de Aço, agora é um policial federal, que trabalha em Brasília, como agente infiltrado, mantendo uma ficha suja para não denunciá-lo. Jacob Scadian, o Mão de Bronze, é um policial civil que trabalha na Bahia, contra o tráfico de drogas, Bruno Scadian é o Mão de Ouro, irmão de Jonas, que trabalha como policial civil infiltrado no Rio de Janeiro, também no combate as drogas, e Linda Scadian, a Mão de Prata, que é advogada em São Paulo. Reunindo cada membro, Miguel consegue trazer de volta o grupo e adota o nome de Mão de Ferro. Agora em vez de um simples furgão, o grupo está com um Jumbo modificado para lhes servir de base móvel, graças a CODEBRA, que os equipou com o que a de melhor nos sistemas de vigilância e dando-lhes passe livre no espaço aéreo brasileiro.
Mas nem sempre me prendi ao Brasil, como você já sabem, o grupo Comando Delta tem base na Austrália e como sou um helenista, criei um herói baseado na mitologia grega.
É, vocês podem achar que é uma heroína vinda de uma ilha paradisíaca, com poderes fornecidos pelos deuses e com a intenção de inseminar a idéia de paz mundial de suas irmãs no mundo do patriarcado, mas é aí que se enganam. Primeiro, não é uma mulher, mas um homem. Segundo, ele não vem de um ilha isolada, pelo contrário, é um paulista, com descendência grega, que pode ser mais humano do que qualquer outro.
Mário Calligus é um professor de História Antiga na Universidade Federal de São Paulo. sua vida é comum, noivo da professora de Educação Física e ex-ginasta Mera Scallia, ele vive normalmente até que recebe uma visita distinta do mensageiros dos deuses, Hermes, que revela a ele como filho de Zeus com uma humana, sua mãe.
Hermes o leva ao Olimpo, onde Zeus e os outros deuses, até mesmo Hera, a esposa ciumenta, o incubem de cumprir doze tarefas, passando pela casa de cada deus (sei, parece Cavaleiros do Zodíaco), ao cumprir cada missão incumbida, ele receberá um dom e uma arma divina. Começa pela casa do seu pai, Zeus, onde enfrenta a Esfinge e a vence. Cumprindo cada missão ele se torna o guerreiro dos deuses, Universal. Dos deuses ele ganha o elmo de Ares, o arco de Odisseu, as flechas de Apolo, as sandálias de Hermes, o escudo e a espada de Perseu, a armadura de Áquiles, os braceletes de Atlas, o martelo de Heféstos, o cinturão de Gaia, a corda de Ártemis e a capa de Cronos. Atena pede as Graças que tecem um traje do manto de Urano, para que seja o traje sob a armadura, e como dom ele ganha a agilidade e domínio sobre o ar de Hermes, a força de Zeus, o sexto sentido de Apolo, a comunhão com os animais de Ártemis, a capacidade de sobreviver em altas profundidades aquáticas e domínio sobre de Poseidon, o dom de cura de Asclépio, a capacidade de confraternização de Hera, a estratégia de Ares, a sabedoria de Atena, o domínio sobre a terra de Deméter, o domínio sobre o fogo de Heféstos, a harmonização de Afrodite e a capacidade conversar com os mortos de Perséfone, esposa de Hades. E será contra Hades que Mário irá lutar, ou melhor, contra um guerreiro de Hades, Gladius. Ele fora criado por Hades para que o mundo superior pudesse ser manipulado a ponto de o deus do Inferno (visão diferente do inferno da mitlologia bíblica) pudesse dominá-lo.
Lógico, como um bom herói, Universal vence Gladius, mas surge um outro problema chamado Héracles. O guerreiro mitológico sempre foi considerado o melhor dentre os guerreiros de Zeus, superando Áquiles, Odisseu, Ájax, Perseu e muitos outros, mas fora substituido por Mário, que era um mero professor e conquistara a confiança até mesmo de Hera, que Héracles demorara a conquistar. Decidido a combater Universal, o guerreiro sai do Elísion e vem a Terra, mas acaba levando uma surra do novo combatente do deuses e assim assume que ele é o novo guerreiro, dando-lhe um pouco de seu dom também.
Mas eu não sou do tipo que gosta de ficar nos dias atuais. Sempre gostei da Legião dos Super-Heróis da DC Comics, Jornada nas Estrelas de Gene Roddenberry e de Guerra nas Estrelas de George Lucas, assim sendo criei um mundo de ficção científica todo meu... Mas ficará para a próxima.

Um comentário:

Anônimo disse...

os tigres era legal pra cacildis, eu era bem moleque e me amarrava!!! Criança tem uma imaginação do caral***.

showww

attila